Cinturões tipo paraquedista para trabalho em altura, projetados com componentes metálicos de fabricação própria para máxima segurança e conforto.
Todos os cinturões desta categoria são fabricados em conformidade com a NR 35 e as normas técnicas ABNT NBR 15836:2020 (retenção de queda) e, nos modelos aplicáveis, a NBR 15835:2020 (posicionamento). Além disso, cada equipamento possui o seu respectivo Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho, garantindo a segurança jurídica e operacional para sua empresa.
A escolha depende da atividade: modelos com apenas conexão dorsal são voltados para retenção de queda simples, enquanto versões com conexão peitoral e lateral são indicadas para subida em escadas e posicionamento de trabalho. Para acesso por corda e resgate técnico, os modelos com ponto ventral e almofadas ergonômicas completas oferecem o suporte e o conforto necessários para longos períodos de suspensão.
A Durotar se destaca por fabricar seus próprios componentes metálicos, como argolas em 'D' e fivelas em aço galvanizado, o que garante um controle de qualidade rigoroso desde a matéria-prima até o produto final. Essa verticalização resulta em equipamentos com maior resistência à corrosão e precisão nos ajustes, aumentando a confiabilidade do sistema de proteção contra quedas.
As almofadas presentes em modelos avançados da linha Durotar servem para distribuir o peso do usuário de forma equilibrada, reduzindo pontos de pressão que causam fadiga muscular. Em jornadas prolongadas, esse conforto extra é essencial para manter a produtividade do colaborador e prevenir lesões ocupacionais causadas pelo uso contínuo de equipamentos de segurança.
Sim, a linha de cinturões Durotar é geralmente disponibilizada em dois tamanhos principais: o Tamanho 1 (que atende PMG) e o Tamanho 2 (GG). Aliado às fivelas de regulagem total nos suspensórios, cintura e pernas, o equipamento permite um ajuste antropométrico preciso, garantindo que o trabalhador esteja seguro e confortável independentemente de sua estatura.
A vida útil depende da frequência de uso e do ambiente, mas pode ser prolongada com limpezas periódicas usando água e sabão neutro, sempre secando à sombra. É obrigatório realizar a inspeção visual antes de cada uso em busca de cortes nas fitas de poliéster, costuras desfiadas ou oxidação nos metais, descartando o EPI imediatamente caso ele tenha sido submetido a uma queda real.
Embora as conexões sigam padrões universais, a segurança máxima é obtida quando o sistema de proteção é testado em conjunto. Recomenda-se utilizar conectores, talabartes e trava-quedas que também atendam às normas NBR vigentes, garantindo que a argola dorsal ou peitoral do cinturão Durotar receba o acessório de forma correta e segura durante a operação.
Os modelos padrão desta categoria são projetados e testados para suportar um usuário com peso total de até 100 kg, incluindo o peso do trabalhador e de suas ferramentas acopladas. Respeitar essa capacidade de carga é fundamental para assegurar que a força de impacto gerada em uma queda não ultrapasse os limites de resistência das fitas de poliéster de alta tenacidade e dos pontos de ancoragem.